
Espetáculos
Confira a agenda de espetáculos produzidos pela Casa Salto.

MUROS (IN)VISÍVEIS
Direção de Eduardo Severino
A pesquisa desenvolvida no Dispositivo de Montagem partiu da metáfora de muros - visíveis/reais ou invisíveis/imaginários - como uma investigação sobre o que nos sufoca, o que nos prende, o que nos afasta, o que nos impede, o que nos oprime e o que nos reaproxima, numa vivência pessoal e coletiva, frente às diferenças impostas por uma sociedade atravessada por violências veladas ou explícitas: muros de preconceitos de gênero, de raça, de classe social, e tantos outros que nos paralisam, ou que nos chamam a resistir e agir. Para nós, há um processo também necessário: destruir nossas próprias muralhas, em busca de corpos e ideias livres, a partir da coragem, do desejo, da força e da luta que nos impulsionam a movimentos capazes de acolher a beleza que ressignifique e transborde o desafio.
Data • 12 de novembro
Horário • 19h
Local • Teatro Carlos Carvalho - CCMQ
Valor • $15 > $30
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ESTADO ZERO
Direção de Bruno Manganelli, um espetáculo Carol Dalmolin Estúdio de Dança
No intervalo entre um esforço e outro, há um momento que se dilata. Um instante suspenso em que o movimento cessa, mas um eco continua a existir. É justamente aí que algo está prestes a recomeçar. Instigado pela visão filosófica de Albert Camus sobre o mito de Sisifo, a obra nasce da investigação da dinâmica cotidiana dos recomeços.Explorado e concebido dentro das aulas de dança contemporânea do Carol Dalmolin Estúdio de Dança, o espetáculo é o espaço entre o desejo e a realização, entre o fracasso e a insistência, propondo um território de possibilidades que não pertence nem ao fim, nem ao começo. ESTADO ZERO é uma jornada atravessada pela urgência de conseguir, pela fragilidade de sustentar e pela inevitabilidade de tentar outra vez.
Data • 13, 14 e 15 de novembro
Horário • 20h
Local • Casa Salto
Valor • $35 > $70
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LIGEIRAMENTE VERTICAL
Direção de Dani Cezar, um espetáculo da Cia Gema
Ligeiramente Verticalidade investiga o equilíbrio utópico entre o resistir e o ceder. O espetáculo de dança contemporânea da Cia Gema traduz os ciclos da vida: enraizar, crescer, florescer e murchar. No limite da instabilidade, os corpos exploram a beleza da queda e o desvio do centro de gravidade como potência criativa. Uma metáfora sobre a vulnerabilidade humana e a luta constante para nos mantermos de pé, revelando que cada inclinação é o início de uma nova e necessária trajetória.
Data • 25 e 26 de novembro
Horário • 20h
Local • Teatro Renascença
Valor • $35 > $70
Ingressos • EM BREVE
